“Se existe um arrependimento, é o de não ter feito antes.”
Escuto essa frase sempre que pergunto aos meus pacientes como estão após 6 meses a 1 ano de cirurgia. E mesmo daqueles que passaram por algum problema no pós-operatório.
E realmente aquela ideia de que a bariátrica deve ser o ÚLTIMO RECURSO para tratar a obesidade ficou no passado.
As operações hoje trazem os melhores resultados no controle da obesidade, superiores a qualquer outra terapia. E isso a uma taxa de complicações inferior a 5% e dos casos e mort@lid@de abaixo de 0,5%.
Esses dados nos trouxeram a plena convicção de que ninguém mais deve “tentar mais uma vez” depois de já ter passado por diversas terapias não cirúrgicas sem sucesso.
Você não pode (e nem deve) esperar para se submeter ao procedimento.
Quanto mais o tempo passa, maior a chance de o seu quadro de obesidade se agravar e de comorbidades surgirem. Quanto maior a demora, maior a chance de, ao optar por fazer a cirurgia, termos uma pessoa sendo operada em piores condições com maior risco de intercorrências.
Como qualquer doença, a obesidade deve ser tratada precocemente utilizando os meios mais eficazes possíveis.
Se o resultado não é alcançado com terapia nutricional, terapia baseada em treinos e remédios, a bariátrica precisa ser considerada.
