• Especialista em Cirurgia
    do Aparelho Digestivo.
    Médico especialista no tratamento cirúrgico de doenças do aparelho digestivo e no tratamento cirúrgico da obesidade.
  • A Cirurgia Bariátrica
    além da obesidade.
    Você sabia que a cirurgia bariátrica também contribui para a prevenção de doenças graves como o infarto do coração, o acidente vascular cerebral e diversos tipos de câncer?
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Dr. André Barbosa

Cirurgião do Aparelho Digestivo

CRM - RN 5379

Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Residência Médica em Cirurgia Geral pelo Hospital Universitário Onofre Lopes (UFRN)
Residência Médica em Cirurgia Videolaparoscópica pelo Hospital Universitário Onofre Lopes (UFRN)
Cirurgião do Aparelho Digestivo Membro Titular Especialista do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Cirurgião Bariátrico certificado pelo Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva/Associação Médica Brasileira
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica
Membro do Serviço de Cirurgia Digestiva - Grupo de Esôfago e Estômago - do Hospital Universitário Onofre Lopes (UFRN)
Membro do Serviço de Cirurgia da Obesidade e Doenças Relacionadas do Hospital Universitário Onofre Lopes
Cirurgião membro do corpo clínico da Casa de Saúde São Lucas
Cirurgião membro do corpo clínico do Hospital Unimed Natal

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Procedimentos cirúrgicos do aparelho digestivo:

Além fazer a avaliação inicial acerca da necessidade de algum procedimento cirúrgico para o tratamento de doenças do aparelho digestivo e da obesidade, o Dr. André Barbosa é especializado no tratamento de forma minimamente invasiva desses problemas.

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Cirurgia Bariátrica & Metabólica

A Cirurgia Bariátrica e Metabólica (Cirurgia da Obesidade ou “Cirurgia de Redução de Estômago”) abrange o conjunto de técnicas que se destinam ao tratamento da Obesidade e suas comorbidades (doenças associadas), sobretudo aquelas que compõem a chamada Síndrome Metabólica (Diabetes Tipo 2, Hipertensão Arterial e Dislipidemia - alteração dos níveis de colesterol e triglicerídeos). Apesar de ter como objetivo primário a redução do peso corporal, o grande benefício do procedimento é a redução significativa do risco cardiovascular (risco de desenvolvimento de Infarto e Acidente Vascular Cerebral, por exemplo).

Cirurgias Videolaparoscópicas

  • Tratamento cirúrgico de hérnias da parede abdominal;
  • Tratamento cirúrgico da doença do refluxo e outras doenças do esôfago e estômago;
  • Cirurgia para tratamento de doenças da vesícula biliar;
  • Tratamento cirúrgico de doenças benignas do intestino delgado e intestino grosso;
  • Tratamento de urgências cirúrgicas do aparelho digestivo: inflamação do apêndice (apendicite), vesícula biliar (colecistite aguda), dentre outros;
  • E outros procedimentos.

Como funciona a cirurgia bariátrica?

Durante muitos anos acreditou-se que a cirurgia bariátrica, por envolver a redução do volume do estômago e, em muitas técnicas, se associar um desvio intestinal, funcionava tanto por impor ao paciente uma limitação mecânica à ingestão alimentar (caso ele comesse mais do que o estômago fosse capaz de acomodar, ele vomitaria e isso o forçaria a "reaprender" a comer - vomitar era algo "normal") quanto por um diminuir a capacidade de o intestino modificado (com desvio) absorver nutrientes. Modernamente, se sabe que o nosso aparelho digestivo é um grande órgão produtor de hormônios que regulam uma série de funções do organismo, incluindo a relação apetite x saciedade. Ao modificar anatomicamente o tubo digestivo, a cirurgia também leva a uma mudança na produção e liberação desses hormônios, com mudanças significativas no comportamento alimentar.

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Após a cirurgia, em decorrência das alterações em hormônios intestinais, entre outro processos, o paciente passa a experimentar uma sensação de redução importante do apetite, bem como de saciedade precoce. O resultado final desse processo é uma redução importante na ingestão de calorias, pelo fato de a "vontade de comer" diminuir e a sensação de se "estar cheio" vir muito cedo numa refeição.

Mais recentemente, tem surgido muitas evidências de que essas modificações hormonais interferem também com as preferências alimentares dos pacientes operados. Acredita-se que após a cirurgia ocorrem modificações em conexões cerebrais envolvidas com o prazer após a ingestão de alimentos de alto teor calórico (ricos em açúcar e gordura). Isso leva os pacientes a terem uma menor satisfação (ou até aversão) com alimentos ricos em calorias e, paralelamente, um aumento do desejo de ingerir alimentos com maior valor nutricional. Dessa forma, tem sido observado que a cirurgia pode contribuir para "mudar a cabeça", facilitando bastante a adesão às recomendações nutricionais.

Perguntas Frequentes

Se a cirurgia me leva a mudar os hábitos alimentares, não preciso me preocupar com as recomendações do(a) nutricionista?

Um dos aspectos mais importantes para se ter um bom resultado é a aderência a bons hábitos alimentares. As recomendações do profissional de nutrição são essenciais para guiar o paciente nesse processo. A cirurgia pode ajudar contribuindo para que o seguimento das orientações seja o mais natural possível, sem os famosos "sofrimentos".

É verdade que uma mudança radical de pensamento e comportamento é necessária para o bom resultado?

Sabemos que mudanças radicais têm um alta chance de não serem duradouras. Temos bons motivos para acreditar que a cirurgia auxilia sobretudo na "mudança da cabeça" com relação ao comportamento alimentar, permitindo que o paciente passe muito mais por um processo gradativo e escalonado de READAPTAÇÃO do que por uma mudança radical. Por outro lado, é inegável que algumas mudanças exigem um certo grau de disciplina como a forma de se alimentar, o uso regular de vitaminas e uma rotina bem estabelecida de atividade física.

Quem pode fazer a Cirurgia Bariátrica?

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, endossada pelo Conselho Federal de Medicina, a indicação da cirurgia bariátrica pode ser considerada para pacientes que tenham entre 18 e 65 anos, que apresentem o índice de massa corporal (IMC), calculado pela divisão do peso pela altura elevada ao quadrado, acima de 40 Kg/m2, ou acima de 35 Kg/m2, desde que haja alguma comorbidade associada. Ainda, pacientes com IMC entre 30 Kg/m2 e 35 Kg/m2, podem ter indicação de cirurgia bariátrica desde sejam portadores de comorbidades graves (atestada pelo médico assistente que acompanha o paciente para esse problema). Hoje, muito mais que uma indicação baseada em peso, consideramos a indicação baseada em gravidade e risco. Pacientes mais graves e de maior risco deve ser operados com maior brevidade. Essa é a idéia que temos atualmente.

Depoimentos dos Pacientes

A opinião dos pacientes do Dr. André Barbosa refletem o seu atendimento humanizado e acolhedor:

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